Preconceito
Meu nome é Lucas Procópio Ferreira Tenho 14 Anos e Moro Em Rio Grande RS, Fiz a Pesquisa Sobre Preconceito.
Boom Vlog - Racismo
Disponivel em :
acesso : 15.04.2016
Preconceito e estereótipo
disponbivel em :
https://www.youtube.com/watch?v=7m-yuzFljpc
acesso 15.04.2016
disponível em :
Preconceito é um "juízo" preconcebido,
manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante
pessoas, culturas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos".
Ao ser usado no sentido pejorativo costuma ser simplista, grosseiro emaniqueísta. As
formas mais comuns de preconceito são: social,
"racial",
cultural e "sexual".[1] Para
o indivíduo ser ou não preconceituoso podemos avaliar
suas formas de socialização, isso
distinguirá seus primórdios e no que ele virá a se transformar. Este processo,
será explicado por culturas e a própria história no contexto em que se esta inserido.
Geralmente a pessoa que tende a ter esse tipo de sentimento, não o
faz apenas por um só tipo, ele engloba todos os preconceitos e alimenta todos
eles. O assunto em questão diz mais sobre a pessoa preconceituosa do que aquele
que está sofrendo com este, por causa das características identificadas.
Inscrição
em parede da Universidade Federal Fluminense (UFF) sobre as condições de um negro típico
na universidade.
De modo geral,o ponto de
partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo".
Ainda assim, observar características comuns a grupos são consideradas
preconceituosas somente quando entrarem para o campo da agressividade ou da discriminação,[2] caso
contrário reparar em características sociais, culturais ou mesmo de ordem
física por si só não representam preconceito, elas podem estar e/ou não -
denotando apenas costumes, modos de determinados grupos ou mesmo a aparência de
povos de determinadas regiões, pura e simplesmente como forma ilustrativa ou
educativa, por vezes questionada pela Ciência e aPsicologia.
Observa-se então que o
preconceito, se associado a discriminação, pode ser considerado um erro.
Entretanto, segundoFreud, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença e sentimento de medo, e não
necessariamente doconhecimento originado
da Ciência. Ou seja, possui uma base irracional, ligada
a ideologia de um mundo imaginado e não real. Freud relacionava-o em sua obra ao chamado
"conceito abstrato de República ideológico", que não é real nem para
seus autores, Platão e Aristóteles, e por
isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ouraciocínio de Lógica,
compreendido apenas na chamada por ele, Freud, de "Nova medicina", e
que o mundo chama dePsicologia.
Os sentimentos negativos em
relação a um grupo fundamentam a questão afetiva do preconceito, e as ações, o
fator comportamental. Segundo Max
Weber (1864-1920),
o indivíduo é responsável pelas ações que toma. Uma atitude hostil, negativa ou
agressiva em relação a um determinado grupo, pode ser classificada como
preconceito. Essas atitudes, trazem muitas coisas negativas e também problemas.[3]
Segundo Paradela e
colaboradores (2006) [4] , alguns buscam utilizar a ciência,
especialmente a genética, para
justificar o preconceito. De tal forma, os autores definem que que os
fundamentos evolutivos para o surgimento da espécie
humana e os
aspectos genéticos a respeito da expressão de genes fornecem respaldo para a afirmação de que
não há raças
humanas. Adicionalmente, a classificação dessas supostas raças por
características como cor de pele e inteligência não é aceitável.
No Brasil, as leis 7.716/89[5] - constituída um ano após a promulgação da Constituição da República, suprindo a necessidade de uma
punição efetiva contra as práticas racistas - 8.081/90, 8.882/94 e 9.459/97[6] , criminaliza qualquer forma de
discriminação resultante de pré-conceitos como cor, etnia, raça, crenças
religiosas e nacionalidade de forma que a justiça prevê punições para
tal ato. A efetividade desta lei se encontra em exemplos claros, como, por
exemplo: Um funcionário público que tome alguma atitude racista, pode perder o
cargo.
Em 1997, em São Paulo, foi
inaugurado pelos professores doutores Lígia Assumpção do Amaral e José Leon
Crochík o Laboratório de Estudos sobre o Preconceito - LaEP - naUniversidade de São Paulo tendo por objetivo abranger estudos,
pesquisas e produção científica sobre o "Preconceito"
Preconceito é um "juízo" preconcebido,
manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante
pessoas, culturas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos".
Ao ser usado no sentido pejorativo costuma ser simplista, grosseiro emaniqueísta. As
formas mais comuns de preconceito são: social,
"racial",
cultural e "sexual".[1] Para
o indivíduo ser ou não preconceituoso podemos avaliar
suas formas de socialização, isso
distinguirá seus primórdios e no que ele virá a se transformar. Este processo,
será explicado por culturas e a própria história no contexto em que se esta inserido.
Geralmente a pessoa que tende a ter esse tipo de sentimento, não o
faz apenas por um só tipo, ele engloba todos os preconceitos e alimenta todos
eles. O assunto em questão diz mais sobre a pessoa preconceituosa do que aquele
que está sofrendo com este, por causa das características identificadas.
Inscrição
em parede da Universidade Federal Fluminense (UFF) sobre as condições de um negro típico
na universidade.
Acesso:
15.04.2016
De modo geral,o ponto de
partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo".
Ainda assim, observar características comuns a grupos são consideradas
preconceituosas somente quando entrarem para o campo da agressividade ou da discriminação,[2] caso
contrário reparar em características sociais, culturais ou mesmo de ordem
física por si só não representam preconceito, elas podem estar e/ou não -
denotando apenas costumes, modos de determinados grupos ou mesmo a aparência de
povos de determinadas regiões, pura e simplesmente como forma ilustrativa ou
educativa, por vezes questionada pela Ciência e aPsicologia.
Observa-se então que o
preconceito, se associado a discriminação, pode ser considerado um erro.
Entretanto, segundoFreud, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença e sentimento de medo, e não
necessariamente doconhecimento originado
da Ciência. Ou seja, possui uma base irracional, ligada
a ideologia de um mundo imaginado e não real. Freud relacionava-o em sua obra ao chamado
"conceito abstrato de República ideológico", que não é real nem para
seus autores, Platão e Aristóteles, e por
isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ouraciocínio de Lógica,
compreendido apenas na chamada por ele, Freud, de "Nova medicina", e
que o mundo chama dePsicologia.
Os sentimentos negativos em
relação a um grupo fundamentam a questão afetiva do preconceito, e as ações, o
fator comportamental. Segundo Max
Weber (1864-1920),
o indivíduo é responsável pelas ações que toma. Uma atitude hostil, negativa ou
agressiva em relação a um determinado grupo, pode ser classificada como
preconceito. Essas atitudes, trazem muitas coisas negativas e também problemas.[3]
Segundo Paradela e
colaboradores (2006) [4] , alguns buscam utilizar a ciência,
especialmente a genética, para
justificar o preconceito. De tal forma, os autores definem que que os
fundamentos evolutivos para o surgimento da espécie
humana e os
aspectos genéticos a respeito da expressão de genes fornecem respaldo para a afirmação de que
não há raças
humanas. Adicionalmente, a classificação dessas supostas raças por
características como cor de pele e inteligência não é aceitável.
No Brasil, as leis 7.716/89[5] - constituída um ano após a promulgação da Constituição da República, suprindo a necessidade de uma
punição efetiva contra as práticas racistas - 8.081/90, 8.882/94 e 9.459/97[6] , criminaliza qualquer forma de
discriminação resultante de pré-conceitos como cor, etnia, raça, crenças
religiosas e nacionalidade de forma que a justiça prevê punições para
tal ato. A efetividade desta lei se encontra em exemplos claros, como, por
exemplo: Um funcionário público que tome alguma atitude racista, pode perder o
cargo.
Em 1997, em São Paulo, foi
inaugurado pelos professores doutores Lígia Assumpção do Amaral e José Leon
Crochík o Laboratório de Estudos sobre o Preconceito - LaEP - naUniversidade de São Paulo tendo por objetivo abranger estudos,
pesquisas e produção científica sobre o "Preconceito"
Disponível em :
Categoria » Planos de Aula

Existe
muito preconceito, racismo e discriminação no contexto escolar e este é um
grande problema de todos nós.Vamos esclarecer um pouco sobre cada conceito
FLÁVIA
CUNHA LIMA (Professora Formadora da Diversidade) CEFAPRO – Barra do Garças
Preconceito
§ Preconceito
é uma opinião que formamos das pessoas antes de conhecê-las.É um julgamento
apressado e superficial e muito perigoso, pois ao invés de melhorar a nossa
vida e da sociedade, acaba trazendo muitas situações complicadas e até mesmo
violentas.
Leia a matéria completa em: Preconceito, racismo e discriminação no contexto escolar - Geledés http://www.geledes.org.br/preconceito-racismo-e-discriminacao-contexto-escolar/#ixzz45uAYdBik
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Acesso : 15.04.2016

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